São Paulo, 1988

Plantas vivas e em decomposição adornam a estrutura da passarela que conecta os dois edifícios do Sesc Sorocaba.
Ao mesmo tempo que celebra as passagens, Passa logo também é um comando bem-humorado para os visitantes: seguir o curso de tempo proposto pela arquitetura sem delongar-se demais no espaço.

A obra confronta o ritmo precipitado da vida contemporânea com os ciclos dilatados da natureza. O artista costuma usar matéria orgânica (plantas, fruta e terra) para construir estruturas que permitem observar a impermanência, como em uma cerimônia lenta e pública rumo a um fim inevitável. Durante a mostra, a celebração se estenderá aos ritos de passagem, de um edifício ao outro, de uma etapa à subsequente, da vida à morte.

Obras

Passa logo, 2017
técnica mista
TÉCNICAS VERTICAIS Arte Técnica Solução em Instalações de Arte
TÉCNICO RESPONSÁVEL Haroldo Alves